SÃO PAULO - Conforme indicação proveniente do mercado futuro, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acena com um pregão de recuperação depois das perdas de ontem. Há pouco, o Ibovespa com vencimento em abril ganhava 0,45%, aos 42.020 pontos.
Em Wall Street, os índices futuros ganharam direção depois que o Departamento de Comércio apontou alta de 3,4% nos pedidos por bens duráveis em fevereiro, surpreendo as expectativas, que eram de novo mês de retração. Excluindo bens de transporte, as encomendas cresceram 3,9%, maior alta desde agosto de 2005.
A agenda do dia ainda reserva as vendas de casas novas em fevereiro e também são aguardados discursos do presidente do Tesouro, Timothy Geithner, dos presidentes do Federal Reserve (Fed) de Cleveland, Sandra Pianalto, e de São Francisco, Janet Yellen.
Na Europa, o pregão é de baixa depois que o índice de clima de negócios na Alemanha, calculado pelo instituto Ifo, apontou queda em março. Há pouco, o Xetra-DAX, da Bolsa de Frankfurt, perdia 0,70%. Com bancos e mineradoras em baixa, o FTSE-100, de Londres, recuava 0,95%.
No mercado de câmbio, o dólar avança contra o euro, mas perde para o iene. Entre as commodities, o petróleo opera em baixa depois de se aproximar dos US$ 54 o barril de WTI na sessão de ontem.
Por aqui, o dólar começa o dia ganhando contra o real. Há pouco, a divisa era negociada a R$ 2,260 na venda, valorização de 0,75%.
Ontem, o pregão foi de realização de lucros tanto aqui quanto em Wall Street. Seguindo os ganhos acentuados da segunda-feira, o Ibovespa cedeu 2,27%, para 41.475 pontos, com giro de R$ 4,14 bilhões.
Já na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse, na sigla em inglês), o Dow Jones perdeu 1,49%, enquanto S & P 500 e Nasdaq desvalorizaram mais de 2% cada.
Os mercados asiáticos fecharam a quarta-feira em território negativo. Tóquio cedeu 0,10%, enquanto Hong Kong e Xangai perderam 2,07% e 2%, respectivamente. Destoando, Seul avançou 0,60%.
Fonte: Valor Online, por Eduardo Campos
